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A confiança é um elemento inerente às relações humanas – a base para qualquer tipo de relacionamento, seja pessoal ou profissional. Quando falamos desse sentimento nas trocas comerciais, falamos de promessa, verdade e competência. Nesse sentido, no processo de venda, para que o cliente se sinta seguro e tome a decisão de compra, contar com uma figura humana – um vendedor, especialista ou consultor – pode contribuir para gerar mais confiabilidade para as marcas.

No setor de seguros, a confiança se torna ainda mais importante. Em geral, as pessoas não compram um bem material, mas uma promessa: a proteção para o futuro. Assim, se torna indispensável a figura do corretor, que atua como o elo de confiança, o especialista capaz de direcionar os melhores produtos, nos melhores momentos, e garantir que essa promessa seja cumprida.

Uma vez ouvi que o corretor é como “o assessor de segurança do segurado”. E acredito que essa definição faz ainda mais sentido dentro deste nosso universo em processo de aceleração digital, no qual a interação humana parece cada vez mais distante.

Entendo que a tecnologia não deve ser vista como o fim e sim como um meio para o trabalho dos corretores. Serve como uma ferramenta potencializadora, capaz de proporcionar agilidade, conveniência e uma maior capilaridade no atendimento. Ainda assim, o contato humano, seja virtual ou fisicamente, se tornou mais importante para estabelecer confiança com marcas. O cliente quer, principalmente, ter alguém com quem contar, que possa esclarecer dúvidas e orientá-lo da melhor forma.

Para comprovar, destaco o Edelman Trust Barometer, um relatório mais completo sobre confiança, que há alguns anos avalia esse ponto nas relações de negócios. Na edição de 2019, a pesquisa revelou que o fator confiança vinha crescendo na importância para os brasileiros, e trouxe, também, como principais motivos o impacto das empresas na sociedade e o aumento da importância da experiência do consumidor.

Em 2020, a pesquisa mostrou que, no Brasil, os tipos de porta-vozes mais confiáveis são “uma pessoa como você” (77%), “especialista técnico da empresa” (75%) e “especialista acadêmico” (73%). Já em 2021, o mesmo estudo reforçou que a confiança é o novo capital das marcas.

Ainda existem muitos questionamentos a respeito da importância dos seguros, os tipos de coberturas e assistências e os termos utilizados no setor, além das soluções mais adequadas para cada tipo de necessidade de perfil. Por isso, contar com o suporte de um especialista para se adquirir esse tipo de produto de uma forma correta e eficaz faz toda a diferença.

Por: Leonardo Freitas, Diretor Executivo Comercial da Bradesco Seguros

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